sábado, 1 de junho de 2019

Cinco sugestões para o Dia da Criança!

Para celebrar o Dia Mundial da Criança, decidi reunir aqui alguns filmes que me pareceram boas sugestões para ver em família (ou sozinhos) neste sábado, dia 1 de Junho. Na verdade, estas escolhas são muito pessoais, pois tratam-se de filmes que marcaram a minha infância e muito provavelmente também passaram pela vossa em determinada altura. Sem mais demoras, aqui vou eu com seis sugestões de filmes! 


1. Ratatui (2007) 

Se há um filme que me traz boas memórias é este. Ratatui, o filme que nos transporta diretamente para Paris, seja para os canais de esgoto ou para um restaurante de luxo. Este filme é sobre seguirmos os nossos sonhos e ultrapassar obstáculos, mas também sobre descobrirmos o nosso verdadeiro eu. Se através do carismático Remy, um rato que quer ser chefe de cozinha, sentimos que devemos sempre acreditar em nós próprios, já através de Ego, o crítico de restaurantes que leva muitos à falência, temos a prova de que devemos ser sempre ser bondosos para os outros e isto é-lhe lembrado através da relembrança de memórias que este já tinha esquecido. A comida é também um aspeto interessante neste filme, pois é um meio para recordar e reviver, para além de ser também um regalo para os olhos e para o apetite. Apenas lamento, tantos anos depois, ainda não ter experimentado o famoso ratatouille!


2. Spirit – Espírito Selvagem (2002) 

Sendo muito honesta, tenho de dizer que este é possivelmente o filme que mais me marcou durante a minha infância. Por algum motivo que desconheço, a maioria das crianças tem os cavalos como animais favoritos e eu também era assim: adorava cavalos, inclusive estava sempre a desenhá-los, mesmo tento apenas montado apenas uma ou duas vezes. Achava os cavalos criaturas fantásticas e este filme acentuou essa minha ideia, que, na verdade, até hoje perdura. Acompanhado por uma banda sonora estrondosa, composta por Hans Zimmer e cantada por Bryan Adams, este filme leva-nos diretamente para o velho Oeste e acompanha Spirit, um cavalo selvagem que nem sempre consegue ter a liberdade que deseja. É no decorrer da narrativa que presenciamos o crescimento do protagonista à medida que tenta ser novamente livre. O que mais há a dizer? É um filme com paisagens lindas, uma história muito bem contada, uma banda sonora incrível e, já agora, conta também com uma dobragem portuguesa muito bem feita, até no que toca às músicas, em português cantadas por Olavo Bilac, cuja rouquidão aqui assenta na perfeição. 


3. O Castelo Andante (2004) 

Queria imenso colocar aqui um filme dos Studio Ghibli e a minha primeira escolha seria O Meu Vizinho Totoro  (1988). No entanto, essa escolha seria problemática por um simples motivo: o filme nunca recebeu uma dobragem portuguesa, o que impediria vê-lo com crianças, a não ser que o facto de estas não entenderem nada não levantasse um problema. Então, ocorreu-me A Viagem de Chihiro (2001), mas acho que a maior memória que esse filme me deixou, assim que o vi quando foi lançado, foi a da sequência em que os pais da protagonista se transformam em porcos… Por sua vez, O Castelo Andante tem um lugar muito especial na minha lista de favoritos dos Ghibli (não querendo, claro, ofuscar os anteriormente referidos, mas apenas ressalvar que este não me deixou com receio de ver os meus pais a transformarem-se em animais). Este filme é repleto de magia e apresenta-nos personagens e cenários incríveis, com uma técnica de animação que é característica dos Ghibli e dos filmes de Hayao Miyazaki. A história é cativante e tem um belo toque de mistério, que nos deixa com uma certa intriga. Por sua vez, o próprio castelo andante é uma máquina encantadora e as sequências em que vemos este em andamento são de uma beleza única. 


4. Tarzan (1999) 

A par com Spirit, este é também um dos meus filmes favoritos (mesmo dos favoritos) e talvez aquele que eu mais vi ao longo da minha vida. Aqui, para além da história do homem-macaco e da rapariga britânica que já todos conhecem, também temos o acompanhamento de uma banda sonora incrível, com letras compostas e cantadas por Phil Collins, que, deixem-me deixar aqui escrito, fez canções incríveis para os filmes da Disney e esta é apenas a melhor de todas. A sequência de abertura do filme, que acompanha o naufrágio, a morte do filho de Kala, a morte dos pais de Tarzan e depois o acolhimento do bebé por parte da gorila ao som de “Two Worlds” é, para mim, uma das melhores aberturas de filmes de animação (e não som), pois em menos de quatro minutos temos uma fantástica introdução da história do filme. 


5. Shrek (2001) 

“Já chegámos? Já chegámos?”. Sim, eu sei que o Burro só diz isto no segundo filme, mas, sim, já chegámos ao fim e apeteceu-me terminar com o filme do famoso ogre verde, Shrek! Se ainda agora referi uma música numa abertura de um filme, bem, em Shrek temos também uma das mais icónicas, ao som de “All Star” dos Smash Mouth, mas antes, claro, temos o próprio Shrek a apresentar a história do seu filme, em forma de conto para adormecer. Um dos filmes mais divertidos da Dreamworks, com personagens inesquecíveis, desde o protagonista à princesa Fiona, sem esquecer o Burro ou o tonto do Lorde Farquaad. Já agora, e que tal aquela sequência da chegada do Burro e do Shrek a Duloc com aquela “caixa de música” (à falta de algo melhor para lhe chamar) a dar as boas vindas? Ai, que mimo!


Contem-nos: que filmes adoravam ver quando eram mais pequenos?
Um feliz Dia da Criança para vocês! 😉
SOBRE A AUTORA

Estudante de Cultura e Comunicação, com uma grande admiração pela sétima arte. Vejo filmes desde criança e sempre tive um gosto especial pelas animações. Vi na criação deste espaço o local ideal para ligar este meu interesse à escrita, da qual também tanto gosto.

6 comentários:

  1. O Shrek é mesmo um amor intemporal, adoro! Mas também adoro os dois primeiros *-*

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    Respostas
    1. São filmes fantásticos! Estive a rever o "Shrek" há pouquíssimo tempo! 😛

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  2. Que incrível! Vou guardar esta publicação e ver de novo estas seis maravilhas :)
    Beijinho

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