Mais vale tarde do que nunca, algo que se aplica não só a mim – visto que o jogo saiu em janeiro e só agora é que o consegui jogar e acabar – mas também à Capcom, que demorou mais de década e meia (a contar desde que o primeiro remake para a Gamecube saiu, não a contar desde 1998) para lançar o remake de uma das sequelas mais aclamadas de uma das séries mais bem citadas dentro do survival horror: Resident Evil 2.

