O que seria dos anos oitenta se não houvesse o rubro todo de ouvir a toda a hora o “Rei da Pop”? Eu posso não pertencer a essa década, e mal pertencer à de noventa, mas facilmente consigo imaginá-la, especialmente graças ao meu pai que trabalha na área da música e bem conservou dois vinis do Thriller, sendo que um deles até tem um velho selo que comprova que pertencia a uma discoteca. Ele soube mostrar-me não só o tipo de música mais recente (na altura), como me mostrou os clássicos, de maneira a poder perceber de onde surgiram todos os géneros musicais que por aí andam. Desde Dire Straits a Los Farmlopez, ele mostrou-me de tudo o que lhe dava prazer ouvir enquanto crescia, e não podia faltar o Michael Jackson.


