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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Maratona Ghibli: "Pom Poko - A Grande Batalha dos Guaxinins" (1994)

De regresso à nossa maratona Ghibli, o filme de hoje é um que se preocupa com a natureza. Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins ou Heisei tanuki gassen ponpoko (1994), realizado por Isao Takahata e escrito pelo mesmo e também por Hayao Miyazaki, apresenta-nos uma comunidade de guaxinins que tenta salvar a sua floresta da destruição por parte dos homens, que querem construir uma zona urbana. Temos, então, uma premissa simples, mas o seu resultado complexo.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Maratona Ghibli: "Porco Rosso - O Porquinho Voador" (1992)

Hoje na nossa maratona Ghibli viajamos para Itália, onde acompanhamos as aventuras de um ex-piloto da Força Aérea, que a bordo do seu hidroavião enfrenta piratas do ar e resgata passageiros tomados como reféns. Porco Rosso - O Porquinho Voador ou Kurenai no buta (1992) é mais um dos filmes de destaque escrito e realizado por Hayao Miyazaki. E se, aparentemente, parece ser apenas divertido, basta alguns minutos dentro da sua história para se perceber que é também uma crítica à guerra, à medida que nos apresenta uma oposição entre herói e falso herói e explora os confrontos existentes no próprio protagonista.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Maratona Ghibli: "Memórias de Ontem" (1991)

Regressando à nossa maratona Ghibli, o filme de hoje é Memórias de Ontem ou Omohide poro poro (1991), de Isao Takahata, baseado no manga homónimo de três issues escrito por Okamoto Hotaru e ilustrado por Tone Yuko. Aqui acompanhamos Taeko, uma mulher de vinte e sete anos que decide fazer uma viagem e sair de Tóquio, de modo a revisitar o seu passado. Assim, recuamos na sua vida e ficamos a conhecer a sua infância, as suas primeiras experiências e os seus momentos mais marcantes.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Maratona Ghibli: "Kiki - A Aprendiz de Feiticeira" (1989)

Hoje na nossa maratona de Studio Ghibli voltamos a ter um dos filmes mais populares da carreira de Hayao Miyazaki: Kiki – A Aprendiz de Feiticeira ou Majo no Takkyûbin (1989), que é também um dos mais alegres e divertidos. Aqui seguimos as aventuras da pequena bruxinha Kiki, que de modo a praticar os seus feitiços e o seu voo de vassoura muda-se para uma cidade, com o seu fiel companheiro Jiji (um gato preto), onde aceita um trabalho a fazer entregas ao domicílio.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Maratona Ghibli: "O Meu Vizinho Totoro" (1988)

Ontem a maratona do Studio Ghibli passou por uma das obras-primas mais dramáticas do estúdio, mas hoje falo sobre uma das mais alegres: O Meu Vizinho Totoro ou Tonari no Totoro (1988). Para começar, será interessante deixar aqui uma curiosidade: Hayao Miyazaki trabalhou neste filme enquanto Isao Takahata trabalhava no já anteriormente aqui referido O Túmulo dos Pirilampos (1988) e a ideia foi lançá-los como uma double feature, o que, atualmente, pode ter parecido algo terrífico, mas que a meu ver consegue perfeitamente estabelecer um equilíbrio entre os vários tons (um mais sério que lida com as tragédias e a morte, e outro mais cómico e alegre) que tanto marcam os Ghibli. O resultado é que ambos se tornaram bastante populares nas décadas seguintes, sendo dos mais destacáveis das carreiras de cada um dos realizadores. Ao contrário de O Túmulo dos Pirilampos, porém, O Meu Vizinho Totoro tornou-se, por si só, numa imagem de marca para o estúdio, pela figura carismática e peculiar do seu protagonista Totoro, a sua mascote.


domingo, 31 de janeiro de 2021

Maratona Ghibli: "O Túmulo dos Pirilampos" (1988)

Hoje regressamos aos artigos dedicados à nossa maratona dos filmes do Studio Ghibli e com uma das obras-primas mais chocantes, tristes e pesadas da animação: O Túmulo dos Pirilampos ou Hotaru no Haka (1988), realizado por Isao Takahata, outra das mentes brilhantes por detrás do estúdio japonês, que, infelizmente, faleceu em Abril de 2018, deixando para trás uma maravilhoso legado, com destaque para este sobre o qual hoje escrevo. O Túmulo dos Pirilampos está no topo da lista das longas-metragens mais sérias do Studio Ghibli, pois leva os seus espectadores para um verdadeiro cenário de pós-guerra e tragédias.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Maratona Ghibli: "O Castelo no Céu" (1986)

No seguimento do artigo anterior aqui no blogue, hoje continuamos a nossa maratona de filmes do Studio Ghibli com O Castelo no Céu ou Tenkū no Shiro Rapyuta (1986), também realizado por Hayao Miyazaki. Desta vez, acompanhamos a jovem órfã Sheeta, que juntamente com o seu raptor, o coronel Muska, estão a voar para uma prisão militar quando a sua aeronave é atacada por um gangue de piratas aéreos liderados por Dola. Sheeta consegue escapar, através da magia de um colar com um cristal mágico que usa ao pescoço, e conhece o também órfão Pazu. Juntos descobrem os poderes do cristal de Sheeta e percebem que este pode revelar a verdadeira localização de Laputa, uma cidade flutuante que todos acreditavam não existir realmente. Entretanto, destinados a descobrir a cidade, acabam por ter de enfrentar vários obstáculos, ao serem perseguidos por Muska e pelos piratas, que querem encontrar o tesouro da cidade.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Maratona Ghibli: "Nausicaä do Vale do Vento" (1984)

Com a chegada de mais um confinamento, e depois da experiência do primeiro, sei o quão importante é não nos desligarmos nunca da Cultura e, no meu caso, do Cinema. Em 2020, como já admiti numa outra publicação, o número de filmes que vi comparado com o dos outros anos foi muito menor, em grande parte porque durante a quarentena me afastei muito do setor cinematográfico. Infelizmente, com a falta de novos filmes para ver, as poucas vezes em que recorri aos mais antigos foram insuficientes, resultando num ano para esquecer também nesse sentido. Agora, perante uma situação idêntica, decidi não cair no mesmo erro e escolhi regressar a filmes que me fazem sentir segura e confortável. Foi, então, nesse sentido, que disse a mim mesma: “vou aproveitar este confinamento para ver todos as longas-metragens do Studio Ghibli”. Na verdade, já tinha visto a maioria, existindo até alguns que já vi vezes e vezes sem conta. Mas lá pelo meio das duas dezenas de obras deste estúdio havia também algumas pérolas que eu, vergonhosamente, ainda não tinha visto. E é o caso deste sobre o qual hoje escrevo, aquele que foi também o primeiro filme do dito Studio Ghibli: Nausicaä do Vale do Vento ou Kaze no tani no Naushika (1984), realizado por Hayao Miyazaki. 


quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

"Polar Express" (2004) a rebobinar

Quando penso em filmes com uma temática natalícia, um daqueles que rapidamente me vem à memória é o Polar Express (2004), filme de Robert Zemeckis que nos leva numa aventura cheia de emoções e contratempos até ao Polo Norte. Aqui seguimos um jovem que deixou de acreditar no Pai Natal e que embarca, então, num Expresso que o fará ter essa esperança novamente. 


quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Os quinze anos de "As Crónicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa" (2005)

Há precisamente quinze anos, nos cinemas abriam-se as portas para um novo mundo mágico, cuja entrada se situava no local mais peculiar possível: um armário. E se no início da década já tínhamos passado por outros mundos fantásticos, como a Terra Média e Hogwarts, desta vez chegava, finalmente, a oportunidade de conhecermos Nárnia, o mundo criado por C.S. Lewis, amigo e rival de J. R. R. Tolkien, o autor de O Senhor dos Anéis. As Crónicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (2005) seria, então, o início de uma aventura que duraria três filmes, e que com alguma esperança ainda nos vai abrir as portas novamente no futuro. E tudo começou com a pequena e curiosa Lucy Pevensie, a esconder-se durante um jogo de escondidas, a entrar num armário, que a levaria a conhecer o fauno Mr. Tumnus e toda a história de Nárnia… 


sexta-feira, 30 de outubro de 2020

"Halloween" (2018) a rebobinar

A época das abóboras está mesmo ao virar da esquina e, infelizmente, devido à pandemia, a sequela ao filme de 2018 teve de ser adiada por um ano, ainda que ontem já tenha sido divulgado o primeiro teaser trailer de Halloween Kills. Por isso aproveitámos e revimos o filme “original”, realizado por David Gordon Green, e escrito pelo mesmo, e Danny McBride, que continuaram com uma estranha trend de comediantes que largaram o seu estilo habitual para fazer algo que envolva o género do terror.


segunda-feira, 26 de outubro de 2020

"As Bruxas" (1990) a rebobinar

Esta semana chega aos cinemas, pelas mãos de Robert Zemeckis, o remake de As Bruxas, filme de 1990 realizado por Nicolas Roeg e baseado na obra literária de Roald Dahl. E é precisamente sobre esse original que hoje escrevo, de modo a antecipar a estreia do remake, que chega em boa hora para ser o filme de Halloween deste ano!


sexta-feira, 16 de outubro de 2020

"O Assassino em Série" (1992) a rebobinar

Foi há precisamente vinte e oito anos que foi lançado, em estreia nos Estados Unidos (cá só chegou em Fevereiro do ano seguinte, e com estreia no Fantasporto), um filme que continua muito atual no que toca a apresentar um verdadeiro pesadelo relacionado com o racismo: Candyman (em português: O Assassino em Série), realizado por Bernard Rose e baseado na obra The Forbidden de Clive Barker. E seria também hoje, se o novo coronavírus não tivesse vindo alterar tantos planos, que ia chegar aos cinemas a sequela, entretanto adiada para 2021, realizada por Nia DaCosta.


sexta-feira, 21 de agosto de 2020

"Missão: Salvar as Férias" (2001) a rebobinar

O verão já esteve mais longe de terminar e Setembro está a chegar, mas, mesmo assim, acho que ainda podemos falar sobre um filme de animação que cheira a férias: Missão: Salvar as Férias (Recess: School's Out) de 2001, realizado por Chuck Sheetz. Eu não sei quanto a vocês, mas se há uma série de desenhos animados que marcou a minha infância foi Recreio, que costumava passar durante a tarde no Disney Channel. T.J., Spinelli (admito, era a minha favorita do grupo), Gretchen, Mikey, LaSalle e Gus eram o grupo perfeito de amigos que também eu gostava de ter, numa escola onde os intervalos eram os únicos momentos altos do dia, mesmo com o chatinho Randall sempre a fazer queixinhas à Muriel. Nesta série havia um pouco de tudo, gente fixe e gente que era gozada por não ser assim tão fixe. De um certo modo, sem saber na altura, alguns dos episódios traziam lições de vida, enquanto abordavam temas sérios, como o bullying. A série, que durou entre 1997 e 2001, apresentou muitas aventuras, mas foi o filme, sobre o qual hoje escrevo, que terminou uma era de intervalos. 


quarta-feira, 12 de agosto de 2020

"Grease" (1978) a rebobinar

Há filmes que marcam gerações. É o caso de Grease, realizado por Randal Kleiser e baseado no musical de Jim Jacobs e Warren Casey, o clássico que tanta gente marcou quando estreou no final da década de setenta. Apareceu para criar ícones no Cinema e para deixar o público a cantarolar, numa experiência leve, alegre e colorida. A verdade é que, nos dias de hoje, Grease (ou Brilhantina cá em Portugal, mas sejamos sinceros: quem é que trata este filme pelo seu nome traduzido?) continua a ter muita fama. As novas gerações conhecem as músicas, mesmos sem terem visto o filme, até porque os temas “Summer Nights” e “You’re the One That I Want” ainda continuam a tocar com uma certa frequência, especialmente na rádio. Acredito, porém, que essas novas gerações conhecem Grease pela sua imagem, mas muitos nunca o viram. Grease é, por si só, uma marca, um estilo, não apenas um filme. Mas, atualmente, seria impossível fazer um filme destes sem receber críticas negativas, pois a história que apresenta nem sempre é a mais correta, podendo ser mal vista aos olhos de hoje – não lhe tirando, claro, o mérito.


quinta-feira, 30 de julho de 2020

"Interstellar" (2014): em busca da sobrevivência

Christopher Nolan, considerado um dos melhores realizadores da atualidade, faz hoje 50 anos. Em vésperas de estreia do seu novo filme, adoraríamos poder falar sobre esse para celebrar o seu aniversário, mas, por agora, enquanto Tenet não chega ao grande ecrã, teremos de recordar uma das suas obra-primas anteriores. Então, porque não escrever sobre Interstellar, que até foi recentemente reposto nas salas de cinema e ainda se encontra em exibição?


segunda-feira, 20 de julho de 2020

"Skip, um Amigo Especial" (2000) a rebobinar

Penso que todos nós em crianças tivemos um filme favorito que fosse sobre a relação entre humanos e cães. Eu, por exemplo, adorava ver e rever o clássico pouco conhecido da Disney, Old Yeller (1957), que, infelizmente, não tinha um final assim muito feliz – o que é frequente nestes filmes, seguindo as leis da vida. Hoje podia falar sobre Old Yeller, no entanto já não o vejo há uns bons anos. O filme sobre o qual hoje escrevo, porém, tem algo em comum com este: o amor entre um cão e o seu dono. Refiro-me a Skip, um Amigo Especial de 2000, baseado no livro de memórias de Willie Morris. 


quarta-feira, 8 de julho de 2020

"Footloose - A Música está do teu Lado" (1984) a rebobinar

Hoje damos os parabéns a Kevin Bacon, um ator que já conta com mais de noventa créditos no currículo e que, ao longo dos anos, protagonizou inúmeros filmes, incluindo este sobre o qual escrevo hoje, onde se apresenta ainda numa fase muito tenra da sua carreira, o que não o impediu de imediatamente, depois da estreia nas salas de cinema, se ter tornado num dos atores mais populares, especialmente, naquela altura, entre os adolescentes. Claro está, estou a falar de Footloose - A Música Está do Teu Lado (1984), realizado por Herbert Ross e com um elenco no qual a Kevin Bacon se juntam Lori Singer, John Lithgow e Diane Wiest. 


sábado, 4 de julho de 2020

O regresso de "Dunkirk" (2017)

Tal como muitos sabem, um dos filmes que realmente despertou o meu fascínio pela indústria cinematográfica foi O Cavaleiro das Trevas, o filme que colocou o realizador Christopher Nolan claramente nas luzes da ribalta de Hollywood – se já não estava antes (tinha, claro, visto o Batman: O Início antes, mas não teve a mesma atenção que a sequela...). Por isso, é normal que tenha seguido a carreira do homem desde então, sempre com um grande entusiasmo de ver que nova grande experiência iria ele trazer para o grande ecrã... Até que chegou Dunkirk em 2017.


sábado, 27 de junho de 2020

"Spirit - Espírito Selvagem" (2002), um grito de liberdade

Se há um filme que posso dizer que marcou a minha infância é Spirit - Espírito Selvagem (2002). Eu sei que foi por muita gente comparado a O Rei Leão (1994) da Disney e até considerado uma cópia por parte da Dreamworks. Curiosamente, admito que não sou tão fã dessa criação da companhia do Mickey Mouse, talvez porque em criança não o tive em VHS (ao contrário deste sobre o qual hoje escrevo), o que fez com que não o visse tantas vezes como vi outros – se falarmos da Disney, posso dizer que Hércules (1997), Mulan (1998) e Tarzan (1999) estão, certamente, com as fitas a ficar gastas de tantas vezes terem sido rebobinados. Ora, Spirit foi, para mim, perfeito naquela altura. Isto porque eu, como 90% das crianças (atenção, não é uma percentagem oficial, mas podia ser) tinha um fascínio enorme por cavalos, ao ponto de até estar sempre a desenhá-los, nem sempre tão bonitinhos como eu os via. E Spirit tinha precisamente isso: cavalos… E muitos! Claro está, depois de ver o filme, os cavalos nele representados passaram a ser a minha maior fonte de inspiração em desenhos que até hoje tenho guardados.