Aquilo a que outrora chamámos de DCEU teve uma história de produção e lançamentos bastante turbulenta. Desde problemas com vários cortes e edições de filmes (LANCEM A SNYDER CUT, POR FAVOR!) a outros que foram muito rebaixados pela crítica, estes nunca conseguiram arranjar maneira de igualar a concorrência, mesmo que, a nível de bilheteira, não tenham sido muito horríveis. No entanto, no meio desse comboio, houve um filme que se destacou, e escapou à regra meio conhecida dos filmes da DCEU, que deu rumo aos filmes que, agora, têm uma imensa diferença no que diz respeito a qualidade (não desvalorizando aqueles que vêm para trás, pois sou fã tanto de Man of Steel como de Batman v Superman – o Justice League pode apodrecer no inferno do Darkseid). Esse filme também acabou por ser o primeiro desta heroína da DC Comics, uma que decidiu ser adaptada no meio de tantos super-heróis, onde muitos temiam que um filme sobre uma mulher com super-poderes nunca teria sucesso. Mas enganaram-se, pois até a Marvel foi logo atrás e tentou capitalizar com isso, e até mesmo eles falharam no que só esta conseguiu fazer, mesmo com alguns pequenos problemas: uma maravilha de filme.