Hoje escrevo sobre aquele a que gosto de chamar (carinhosamente, atenção) “um clássico do tempo das nossas avós”. E digo isto porque foi através de uma das minhas avós que fiquei a conhecer esta longa-metragem, há uns bons anos. Na altura, era eu pequena, admito que não liguei muito, essencialmente pela duração e pelo tema, que eu simplesmente não entendia. No entanto, como “clássico” que é, nada melhor do que revê-lo em graúda para ter um veredicto final. Assim foi, e agora consigo entender o porquê de a minha avó tanto gostar deste filme. Mesmo assim, sinto que qualquer coisa que aqui venha a escrever não lhe vai fazer justiça, entre tantas outras palavras de pessoas mais sábias do que eu que já o referiram em críticas.










