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quinta-feira, 23 de abril de 2020

Uma viagem com "Lawrence da Arábia" (1962)

Hoje escrevo sobre aquele a que gosto de chamar (carinhosamente, atenção) “um clássico do tempo das nossas avós”. E digo isto porque foi através de uma das minhas avós que fiquei a conhecer esta longa-metragem, há uns bons anos. Na altura, era eu pequena, admito que não liguei muito, essencialmente pela duração e pelo tema, que eu simplesmente não entendia. No entanto, como “clássico” que é, nada melhor do que revê-lo em graúda para ter um veredicto final. Assim foi, e agora consigo entender o porquê de a minha avó tanto gostar deste filme. Mesmo assim, sinto que qualquer coisa que aqui venha a escrever não lhe vai fazer justiça, entre tantas outras palavras de pessoas mais sábias do que eu que já o referiram em críticas.


sexta-feira, 10 de abril de 2020

"O Senhor dos Anéis" (1978) de Ralph Bakshi

Quando se ouve falar em O Senhor dos Anéis, imediatamente pensa-se na trilogia de Peter Jackson, uma experiência cinematográfica nunca (nem depois) alcançada. Claro está que é a adaptação mais fiel da obra de J. R. R. Tolkien e totalmente merecedora de todo o sucesso que teve e continua a ter, no entanto, ao contrário do que muita gente pensa, não é a única (e está longe de ser). Há uns tempos, já demos a conhecer uma animação de O Hobbit, datada de 1977. Essa foi a primeira aventura de Bilbo fora das páginas do livro de Tolkien. E hoje falamos sobre a primeira vez que a Irmandade do Anel ganhou vida fora da nossa imaginação. 


domingo, 5 de abril de 2020

"The Kid" (1921), o ponto de viragem de Charlot

O vagabundo Charlot vive bem presente nas nossas memórias. Uma das criações mais geniais de Charlie Chaplin, talvez até a sua personagem mais popular e carismática, uma autêntica imagem de marca que tem vindo a ultrapassar o peso da idade e que parece continuar a conseguir o mesmo efeito que antigamente. Charlot, de caminhar desleixado e cabelo despenteado, fez rir várias gerações, mas não só. Na verdade, o filme sobre o qual falamos hoje não apenas faz rir, pois também consegue emocionar o espectador. The Kid, um dos seus grandes clássicos, apresenta Charlot como uma espécie de “pai adotivo”. 


segunda-feira, 2 de março de 2020

Uma humilde e sincera opinião sobre "O Gato" (2003)

Lembro-me tão bem de ir ver o Sinbad (2003), a nova animação da DreamWorks, num dia imensamente chuvoso em Lisboa, no velho Lusomundo das Amoreiras. Lembro-me até do pequeno folheto que tinham dado na entrada onde era para encontrar as diferenças entre dois frames do filme (sabem, daqueles onde a foto é a mesma mas tem uma coisa a mais ou a menos?). Eram excelentes tempos, mas infelizmente também tinha de esperar (talvez até mais tempo que agora) para que o filme saísse em VHS para o poder rever vezes e vezes até não conseguir contar pelos dedos. Chegou finalmente esse dia, onde o meu pai volta do Videorama, o nosso velho clube de vídeo, com a cassete do filme. Fiquei tão excitado que fui a correr roubar-lhe a mesma para a colocar de imediato no meu VCR. Não foi o caso, acabou por se colocar na sala para se ver enquanto se jantava. VHS inserida, que comecem os anúncios. Nada de peculiar ao início; Shrek 2 e assim a serem anunciados, pois estariam em breve no cinema. Mas… havia um diferente. Começava todo em branco, com uma música bastante empolgante, e, do vazio, aparecia uma cartola, que parecia ter vida própria, fazendo coisas trapalhonas durante os trinta segundos do anúncio. E, como que por magia, invés de sair um coelho da mesma (tipo abracabra), saiu de lá um gato gigante. Essa imagem ficou para sempre afixada com um post-it na minha cabeça, e iria trazer-me alguns pesadelos durante a noite.


domingo, 5 de janeiro de 2020

"The Mandalorian" - Temporada em análise

Já passaram algumas semanas desde o lançamento da nova plataforma de streaming Disney + e daquela que era uma das suas novidades mais aguardadas, The Mandalorian do universo de Star Wars. Deste lado raramente somos capazes de fazer binge watching e por isso demorámos todo este tempo a ver os oito episódios que compõem a série. Finalmente, trazemos aqui uma opinião sobre aquilo que vimos! 


domingo, 29 de setembro de 2019

Era uma vez...

Hoje celebra-se o Dia Mundial do Coração e eu pensei: o que posso escrever para destacar este dia? Curiosamente, há uns dias cruzei-me com os meus antigos DVDs da série Era uma Vez… o Corpo Humano (Il était une fois… la Vie, no nome original). Então, ora nem mais! Hoje falaremos precisamente sobre esta série educativa que marcou várias gerações! 


terça-feira, 24 de setembro de 2019

"Parasitas" em análise

Devo admitir que sou fã de Joon-ho Bong - considerando-o até um dos meus realizadores favoritos - desde que me lembro de ter autoridade completa para escolher um filme para se ver no clube de vídeo. Ainda me lembro perfeitamente, no último dia do ano de 2007 ir a correr para o Videorama atrás do meu prédio de propósito para alugar um pequeno filme indie chamado The Host – A Criatura. Porquê? Nem eu sei explicar, só sei que nem dez anos tinha, mas qualquer coisa ali me chamava a atenção. Talvez por gostar de Godzilla, que era o que muitos na altura diziam que este filme prestava homenagem e era bem eficiente nisso, mas como haveria eu de saber isso com aquela idade?


terça-feira, 13 de agosto de 2019

Então, e o segundo pequeno-almoço?

É estranho para mim pensar que durante os meses de vida deste espaço ainda não houve um único artigo relacionado com O Senhor dos Anéis. Na verdade, este nome nunca ressoou aqui. Nem uma única vez! Penso, então, que finalmente chegou a hora. Claro está que falar de tudo aquilo que está relacionado com este universo iria levar a um artigo tão longo que certamente ninguém iria querer lê-lo, a não ser que fosse também um grande fã. Então, por agora vou limitar-me a escrever algumas palavras sobre os filmes de O Senhor dos Anéis: A Irmandade do Anel (2001), As Duas Torres (2002) e O Regresso do Rei (2003), todos eles realizados por Peter Jackson e, claro, inspirados na obra literária de J. R. R. Tolkien. 


terça-feira, 14 de maio de 2019

"Mutant Blast" em análise

Numa altura em que só se fala do novo filme “português” realizado por Diogo Morgado - filme esse que parece uma amálgama de muitas outras coisas, como, por exemplo, Battle Royale e The Hunger Games -, recebemos um convite do realizador Fernando Alle para irmos ver o seu novo filme: Mutant Blast, que tanto pelo visual como pela história acaba por ser muito mais intrigante e interessante para nós explorarmos. E este filme, sim, é completamente português – falado em português, principalmente – e algo que é bastante fora do ordinário do cinema do nosso país e, por isso, merece o seu devido respeito.


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Uma carta de amor a "The Room"

O Dia dos Namorados está quase a chegar, por isso decidimos revisitar, possivelmente, um dos melhores filmes para ver nesse dia, seja para casais ou para solteiros - filme esse que ajudou os dois criadores deste blogue a verem-se pela primeira vez!


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Duas décadas de "Silent Hill"


1996 foi o melhor ano para gamers que adoram o género de terror, pois finalmente foi criado (ou, melhor, aperfeiçoado) o género survival horror, graças ao jogo Resident Evil - jogo esse que fez algumas game developers olhar para ele e pensarem “Nós também conseguimos!”.