Aqueles que aqui estão atentos às críticas de jogos do blogue, já devem ter percebido que procuramos variar naquilo que temos nas prateleiras: já viajámos para Silent Hill, e também fomos à cidade ao lado, Raccoon City. E ainda fomos à época da Guerra Fria em Metal Gear Solid 3. Desta vez entrámos a bordo de Jehuty e fomos a Marte, e jogámos os dois clássicos da PlayStation 2: Zone of the Enders.
ZoE, como também é conhecido, é uma série de jogos produzida por Hideo Kojima, alguém que nós já demonstrámos ser enormes fãs, pela maneira como este é capaz de tornar algo tão simples, como andar às voltas das mesmas divisões de uma casa, muito mais do que apenas algo que soa ridículo e aborrecido. Sim, isso também inclui Death Stranding, que, na nossa opinião, não é nada aborrecido, mas extremamente imersivo, mas esse deixaremos para outro artigo.
Continuando, esta série tornou-se um bocado obscura, mesmo tendo o nome de Kojima no meio. Até mesmo na altura do seu lançamento ninguém reconhecia o nome, e o que o fez ser vendido não foi o facto de ser um jogo de robôs gigantes a lutar, mas sim porque trazia o demo do extremamente aguardado Metal Gear Solid 2 (e isso foi repetido no lançamento em HD para a PS3 e Xbox 360, ambos contendo o demo de Metal Gear Rising Revengeance). E, aproveitando a quarentena, e o facto de já termos os dois jogos na prateleira da PS2 há bastante tempo, decidimos pegar no velho dualshock e passá-los. Como são dois jogos no mesmo artigo, tentarei não estender muito os argumentos ou explicações de elementos.
